sábado, 7 de fevereiro de 2009

EnxaquecaOs pacientes com enxaqueca receberam de alguém da família os genes para ter este tipo de doença. Embora em apenas um tipo mais raro de enxaqueca, chamada de hemiplégica familiar, tenha sido evidenciado o cromossomo 19 como responsável por sua transmissão de um parente para outro, aceita-se hoje que os demais tipos de enxaqueca, inclusive os mais comuns como a enxaqueca sem aura, também sejam herdados através de genes.As crises da enxaqueca apresentam-se como :• dor pulsátil ou latejante (podendo ser em pressão ou aperto) nas regiões da fronte e têmpora;• A dor se apresenta mais de um lado da cabeça (em 40% dos pacientes é dos dois lados);• A intensidade é moderada a severa ou severa;• Geralmente incapacita o paciente para as suas atividades normais;• Piora com esforços ou atividades físicas e se inicia leve e progressiva;• Duram em média de 4 a 72 horas quando não são tratadas ou o são de forma ineficaz e geralmente terminam de forma gradual.São associadas a pelo menos dois dos sintomas abaixo:• Enjôo ou vomitos• Intolerância à claridade ou à ruídos ( foto e fonofobia)Após as crises, algumas pessoas sentem-se ótimas e outras como se um "trator" tivesse passado por suas cabeças, inclusive com dolorimento intenso no couro cabeludo.Sintomas de alerta:Há pessoas que sentem que vão ter uma crise de enxaqueca antes da dor aparecer, através de "avisos" que o organismo pode fornecer. Por vezes, estes avisos se iniciam inespecíficos um dia ou algumas horas antes, com sensações do tipo:• Desconforto na cabeça;• Bocejos frequentes;• Irritabilidade;• Perda da capacidade de concentração ou raciocínio;• Diarréia;• Desejo exagerada por algum tipo de alimento ou aversão total;• Desconforto abdominal;• Palidez (muito frequente em crianças);Esses sinais chamam-se de PRÓDROMOS e não estão presentes em todos os sofredores de enxaqueca, ou estão presentes antes de alguns episódios, mas não de todos, em um mesmo paciente. Quando os sinais são mais intensos, antecedendo a crise em menos de 2 horas apresentando-se como dormência ou diminuição da força muscular em um lado ou parte do corpo, observação de pontos ou raios luminosos ou brilhantes, perda total ou parcial de uma parte do campo de visão, os chamamos de AURA.Muitos são os fatores externos ou internos de agressão que podem iniciar uma crise de dor em quem tem enxaqueca. No entanto, vamos listar abaixo os fatores mais freqüentes relacionados ao início de um processo doloros:- alimento se bebidas- hábitos de alimentação e sono- variação brusca de temperatura e umidade do ar- fatores hormonais e estresse- menstruação e efeitos hormonaisTratamento PreventivoPara a realização de um tratamento eficaz e com aderência do paciente é fundamental que sejam fornecidas orientações claras sobre as causas e os mecanismos da dor e da doença enxaqueca, assim como o fato de que as crises de dor de cabeça provocadas poderem ser deflagradas por fatores variados e comuns na vida de qualquer pessoa. A simples prescrição de medicamentos preventivos, geralmente empregando drogas consideradas “fortes” pelo paciente e com drogas para outras doenças, sem que o paciente entenda o porquê da ocorrência de cefaléias tão desconfortáveis e incapacitantes, é sinônimo de insucesso e peregrinações por diversos profissionais.O tratamento farmacológico da enxaqueca divide-se em preventivo e agudo. O tratamento preventivo deve ser realizado quando há mais de duas crises de dor de cabeça forte e/ou com duração prolongada por mês ou quando, a despeito da freqüência, a intensidade dos ataques é devastadora e absolutamente impeditiva de quaisquer atividades. Mais recentemente, um novo conceito de que a migrânea ou enxaqueca é uma doença progressiva, pode ser associada a uma maior incidência de infartos cerebrais e que os pacientes devem ser tratados preventivamente mesmo com baixa freqüência de crises vem ganhando mais respaldo na comunidade científica.Várias classes de drogas podem ser usadas. Independente da medicação escolhida, todos devem ser iniciados em doses baixas, com preferência pela monoterapia (apenas uma droga) nos casos mais simples e virgens de tratamento. Além disso, devem ser mantidas por dois a três meses para se avaliar a sua eficácia. Os pacientes devem entender claramente que não se pode esperar benefícios antes desse período de tempo, embora alguns melhorem antes disso.Entre as várias drogas usadas, os β bloqueadores são utilizados há mais de 25 anos e ainda representam uma das primeiras escolhas de tratamento para os pacientes não asmáticos. São drogas originariamente usadas para pressão alta e para doenças do coração, mas isso nada tem a ver com seu efeito na enxaqueca. Deve ser enfatizado que as doses necessárias para a prevenção da migrânea são inferiores àquelas para doenças cardiovasculares e, portanto, a tolerabilidade é melhor na maioria dos casos e os efeitos colaterais são bem menos comuns.A metisergida é considerada a droga mais antiga prescrita especificamente para a profilaxia das crises de enxaqueca e sua eficácia é alta, em torno de 60 a 70%. Os derivados da ergotamina não são drogas usadas com freqüência nos dias de hoje e reservam-se para os casos refratários e resistentes e para profilaxia em curto prazo, por apenas alguns dias, como na migrânea menstrual. As complicações do uso da metisergida relacionadas a fibroses retroperitoneais, pleuro-pulmonares e cardíaca-valvulares realmente existem, mas sugere-se hoje que sejam devidas a idiossincrasias (reações individuais) e não relacionadas a dose e tempo de uso. No entanto, a maioria dos médicos não conhece bem a farmacologia das drogas que prescreve e continua propagando os efeitos colaterais e não os benefícios claros da metisergida.Os antagonistas da serotonina pizotifeno e ciproheptadina são os componentes deste grupo de fármacos que revelam eficácia na prevenção da enxaqueca. As drogas pertencentes a este grupo parecem exercer os seus efeitos em receptores serotoninérgicos centrais. Os efeitos colaterais mais comuns são a sedação e a sonolência intensas além de ganho de peso nas doses plenas recomendadas. No entanto, quando usadas em associação com outras classes de drogas, podem ser empregadas doses menores e por isso são mais bem toleradas pelos pacientes.Os antidepressivos: Os derivados tricíclicos amitriptilina e nortriptilina são os antidepressivos mais utilizados na prevenção da migrânea e seu uso nada tem a ver com depressão ou com o fato do paciente ter depressão. Os mecanismos pelos quais estas drogas parecem exercer a sua ação são relacionados aos sistemas da serotonina, noradrenalina e da melhora da antinocicepção central (sistema antidor do cérebro) através de um incremento da função opióide endógena. As doses devem ser iniciadas sempre baixas com gradual aumento a cada 5-7 dias e os efeitos colaterais mais observados são síndrome vertiginosa, ganho ponderal, aumento do apetite, sonolência, boca seca e constipação intestinal. No entanto, como as doses necessárias à profilaxia da migrânea são em geral bem inferiores às doses antidepressivas, esses fármacos são bem tolerados, principalmente se iniciados lenta e gradualmente.Os antagonistas ou bloqueadores dos canais de cálcio: Os componentes deste grupo de fármacos apresentam estruturas químicas variadas e diferem em eficácia clínica, perfil de efeitos colaterais e contra-indicações. A flunarizina é o mais usado no Brasil e age basicamente reduzindo a freqüência dos ataques. Embora a flunarizina seja preconizada na dose de 10mg/dia, recomenda-se sua utilização em dose única de 3 a 5 mg/dia à noite com a mesma eficiência e sem os indesejáveis efeitos colaterais de ganho ponderal, sonolência, tremor e sintomas extrapiramidais.Os anticonvulsivantes: Nos últimos anos, crescente atenção tem sido dirigida a esse grupo de drogas para a prevenção da migrânea. Assim como com os antidepressivos, o seu uso na prevenção das crises de enxaqueca nada tem a ver com o paciente ter ou não epilepsia ou convulsões. Isso precisa ficar bem claro, pois os pacientes frequentemente consultam a bula do remédio e ficam com a idéia incorreta de que o remédio é “forte” ou que o médico imaginou que eles tivessem epilepsia, convulsões e outro problema mais sério ao invés da enxaqueca. Deve ficar claro, portanto, que o uso destas drogas se faz justificado e muito eficaz, pois alguns dos mecanismos cerebrais envolvidos na enxaqueca são similares aos da epilepsia e que se pode usar em uma doença as drogas para a outra e vice-versa. O divalproato de sódio e o topiramato são os anticonvulsivantes mais usados e eficazes para a prevenção da enxaqueca. Atuam basicamente nos sistemas neurotransmissoriais gabaérgico e glutamatérgico, assim como em canais de cálcio, de sódio e no sistema serotoninérgico. Em função desse fato, esses anticonvulsivantes têm sido denominados de neuromoduladores. O divalproato de sódio, recomendado também para pacientes com migrâneas refratárias e cefaléia crônica diária, exerce os seus efeitos benéficos através mecanismos gabaérgicos e da elevação da condutância ao potássio produzindo hiperpolarização neuronal. Além disso, atua nos neurônios serotoninérgicos do núcleo dorsal da raphe e tem ação de modulação nos receptores GABAA. O topiramato é uma das mais novas aquisições do arsenal de prevenção da enxaqueca. Apresenta inédito mecanismo de ação quádruplo atuando nos canais de sódio e cálcio, nos receptores glutamatérgicos kaianato/AMPA e aumenta a atividade GABAérgica atuando nos receptores GABAA . Esse neuromodulador vem sendo sugerido para o tratamento preventivo da migrânea desde o final da década de 90. Dois estudos com um grande número de pacientes foram decisivos para corroborar o que vinha sendo observado na prática clínica. A posologia do topiramato, assim como a do divalproato de sódio, é de duas doses diárias. Como o topiramato é inibidor da anidrase carbônica, pode provocar dormência em dedos das mãos e dos pés sendo necessário aumentar a ingestão de líquidos para evitar e combater esse efeito. Dentre todas as drogas existentes para a profilaxia da enxaqueca, o topiramato é o único que promove perda de peso, da ordem de 1 a 3 kg por mês, o que o torna opção interessante para as mulheres e todos aqueles que se preocupam com esse aspecto.Miscelânea: Nesse grupo de drogas estão várias substâncias de estrutura farmacológica diferente como a tizanidina, o feverfew, a riboflavina e o magnésio. A tabela 5 mostra as drogas mais usadas para a profilaxia da migrânea, sua eficácia e perfil de efeitos colaterais.Tratamento das CrisesAs drogas existentes para o tratamento das crises de enxaqueca são divididas em específicas e não específicas. Entre as específicas, os triptanos são agonistas seletivos dos receptores serotoninérgicos 5-HT1B/1D e existe bom suporte científico atestando a sua eficácia e segurança.FATORES REVELANTES NA MINHA PESQUISA:- definição- crises- causas- sintomas de alerta- tratamento preventivo- tratamento das crisesBIBLIOGRAFIA:http://www.dordecabeca.com.br/htm/sht_enxadesc.shtm


Pesquisa feita na ANVISA
Alertas Federais de FarmacovigilânciaBrasília, 18 de março de 2004DADOS DE SEGURANÇA: Risco de Acidente Cerebrovascular e Aumento da Mortalidade Associada à Utilização de Olanzapina em Idosos com DemênciaO Centro Nacional de Monitorização de Medicamentos sediado na Unidade de Farmacovigilância /Anvisa vem informar que a EMEA Agência Regulatória Européia juntamente com seu Comitê Científico (CPMP) disponibilizou novos dados de segurança referente ao uso de olanzapina relacionada à demência. Os dados são provenientes de estudos clínicos que evidenciaram o aumento do risco de eventos cerebrovasculares e mortalidade em pacientes idosos que fizeram uso de olanzapina para o tratamento da demência associada a psicose e/ou alterações do comportamento. As análises dos dados dos ensaios clínicos revelaram que, pacientes idosos tratados com olanzapina quando comparados com placebo possuem o dobro da taxa de mortalidade. Verificou-se também que a ocorrência de efeitos cerebrovasculares triplicou nos doentes ao tomarem olanzapina. A alta mortalidade não foi associada à dosagem ou duração da exposição, mas a fatores de riscos predispostos tais como: idade, sedação, disfagia, má nutrição, desidratação, condições pulmonares (pneumonia, com ou sem aspiração) decorrentes do tratamento ou uso concomitante de benzodiazepínicos. A eficácia da olanzapina não foi estabelecida nesses ensaios.Em virtude da gravidade dessas reações a Unidade de Farmacovigilância alerta que:Olanzapina não está indicada no tratamento de pacientes com demência associada a psicose e/ou alterações do comportamento.Pacientes que fazem uso de olanzapina para o tratamento de alguns sintomas relacionados à demência devem procurar seus médicos para rever o tratamento.Os neurolépiticos são utilizados em doentes que apresentem sintomas psicóticos e distúrbios comportamentais. Os dados atualmente disponíveis não são suficientes para confirmar a possibilidade de existirem quaisquer diferenças nos riscos de morte ou acidentes cerebrovasculares entre os neurolépticos atípicos e os convencionais. Os médicos devem ter presente o fato de que os riscos identificados para olanzapina não podem ser excluídos para outros neurolépticos atípicos ou convencionais.No Brasil a substância olanzapina se encontra sob controle da portaria 344/98 lista C1 "outras substâncias sujeitas a controle especial”. A empresa Eli Lilly do Brasil, uma das fabricantes do produto no Brasil, disponibilizou um informativo tipo “Prezado Dr. “ na página da farmacovigilância em “ cartas aos profissionais de saúde” relatando o problema, que poderá ser visualizado no link: http://www.anvisa.gov.br/farmacovigilancia/cartas/index.htmPreocupada em promover a utilização correta e segura dos medicamentos comercializados, a Unidade de Farmacovigilância/ ANVISA divulga essa informação e solicita a todos os profissionais de saúde que notifiquem a suspeita desta reação adversa (e todas as suspeitas de reação adversa a qualquer medicamento) por meio do https://www.anvisa.gov.br/multimidia/Formulario/notifica_med.aspReferências consultadas: http://www.emea.eu.int/pdfs/human/press/pus/085604en.pdf (site externo) http://medicines.mhra.gov.uk/ (site externo)http://www.anvisa.gov.br/farmacovigilancia/cartas/index.htmSite: http://www.anvisa.gov.br/farmacovigilancia/alerta/federal/2004/federal_1_04.htm


Pesquisa feita no COCRHANE
Antipsicóticos para gestantes e puérperas com psicose não-afetiva (Cochrane Review)Webb RT, Howard L, Abel KMEsta revisão deve ser citada como: Webb RT, Howard L, Abel KM. Antipsicóticos para gestantes e puérperas com psicose não-afetiva (Cochrane Review) (Cochrane Review). In: Resumos de Revis�es Sistem�ticas em Portugu�s, Issue , . Oxford: Update Software.ResumoObjetivosEstabelecer se os benefícios de se tomar antipsicótico compensam os riscos para gestantes ou puérperas.AntecedentesOs antipsicóticos são prescritos com freqüência para mulheres que sofrem de transtornos psicóticos durante a gestação e o puerpério. Os efeitos colaterais são vários e complexos, podendo afetar a mulher, o feto, o neonato, a criança até um ano de idade e o desenvolvimento precoce da criança.Estratégia de pesquisaFoi realizada busca no The Cochrane Schizophrenia Group's Register (janeiro/2003) para a identificação de todos os estudos publicados sobre mulheres na gestação ou no puerpério. Verificamos todas as referências de todos os estudos identificados. Se tivéssemos encontrado estudos, teríamos contatado o autor principal de cada estudo incluído.Critério de seleçãoEnsaios clínicos controlados randomizados que avaliaram os efeitos de qualquer tipo de antipsicótico comparados com qualquer outro tratamento (incluindo assistência psicossocial padrão, qualquer outro antipsicótico, ou tratamento alternativo, como tratamento eletro-convulsivo ou terapia comportamental cognitiva) em gestantes e/ou puérperas com diagnóstico de transtorno psicótico não-afetivo.Recompilação e análise de dadosAs citações e, quando possível, os resumos foram independentemente verificados por revisores. Também avaliaram-se os trabalhos obtidos e sua qualidade. Os dados seriam extraídos independentemente por pelo menos dois revisores. Os desfechos binários seriam analisados em riscos relativos com intervalos de confiança de 95%.Resultados principaisNão encontramos estudos que preenchessem os critérios de inclusão.Conclusões dos revisoresAs diretrizes e a prática clínica atuais para o uso de antipsicóticos em mulheres com transtornos psicóticos não-afetivos durante a gestação e o puerpério não são baseadas em evidências de ensaios clínicos controlados randomizados. Embora questões éticas tenham, até o momento, impedido a condução de ensaios clínicos controlados randomizados para pesquisar esse assunto, o uso continuado de antipsicóticos nesse grupo de mulheres gera, por si mesmo, problemas médicos e éticos importantes. São necessárias evidências de estudos grandes e pragmáticos que reflitam a prática médica de rotina, examinem os vários desfechos e quantifiquem, com precisão, os riscos e os benefícios para as mães e para as crianças. Assim, poderá haver comparação entre as diferentes opções de tratamento.http://cochrane.bvsalud.org/cochrane/show.php?db=reviews_pt&mfn=134&id=&lang=pt&dblang=&lib=CCB
Postado por Indira Diógenes às 07:29 0 comentários

Pesquisa no COCRHANE
psicose) - 5 encontrado(s)· Resumos de Revisões Sistemáticas traduzidos ao Português (5) · Resumos de Revisões Sistemáticas traduzidos ao Português (5) Antipsicóticos para gestantes e puérperas com psicose não-afetiva (Cochrane Review)Divisões médicas gerais versus unidades psiquiátricas especializadas para pessoas com psicoses agudasAntipsicóticos para idosos com esquizofrenia de instalação tardiaTratamento de pessoas com síndrome de Lennox-GastautTratamento para psicose por anfetamina (Revisão Cochrane)


Resultado de pesquisa no PUBMED
Religion and psychiatric disorders in patients admitted to a university general hospital]Autores: Soeiro RE,Colombo ES,Ferreira MH,Guimarães PS,Botega NJ,Dalgalarrondo PRevista: Cad Saude Publica (Cadernos de saude publica / Ministerio da Saude, Fundacao Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saude Publica). Idioma: PortuguêsVolume: 24 Edição: 4 Páginas: 793-9 Data: 2008 AprIn order to evaluate the prevalence of psychiatric disorders in a Brazilian general hospital and their association with religious denomination and religiosity, 253 inpatients were interviewed. A socio-demographic questionnaire and an instrument for diagnosis of mental disorders (MINI-Plus) were applied. Distribution of religious denominations was: Catholic 63.2% (n=177), Evangelical Protestant 20.4% (n=57), Spiritist 4.3% (n=12), traditional Protestant 2.3% (n=8), and \\\"no religion\\\" 7.5% (n=21). Degree of religiosity was: very religious 43.2% (n=116), religious 46.9% (n=129), hardly religious 9.8% (n=27), and not at all religious 1.1% (n=3). Evangelical (Pentecostal) religious affiliation and frequent attendance at worship services were associated with fewer alcohol problems. Membership in an Evangelical (Pentecostal) church may thus have an inhibitory effect on alcohol dependence or abuse. Intensity of religiosity was moderately associated with overall prevalence of disorders, especially bipolar disorder. It is reasonable to conclude that extreme situations (very intense versus very limited religious participation) are related to this finding, associating both an exacerbated pursuit of religion and alienation from it with altered mental states.PubMed ID: 18392356. [PubMed - in process]
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Descritores no PUBMED
("korsakoff syndrome"[MeSH Terms] OR Korsakoff Syndrome[Text Word]) AND ("psychotic disorders"[MeSH Terms] OR Psychotic Disorders[Text Word])Result:18Stopword(s) Ignored:andTranslations:Korsakoff Syndrome"korsakoff syndrome"[MeSH Terms] OR Korsakoff Syndrome[Text Word]Psychotic Disorders"psychotic disorders"[MeSH Terms] OR Psychotic Disorders[Text Word]Database:PubMedUser query:Korsakoff Syndrome and Psychotic Disorders



Pesquisa no DataSus
Mortalidade - Rio Grande do NorteÓbitos p/Residênc segundo MunicípioMunicípio: Pau dos FerrosMicrorregião: Pau dos FerrosNRegional de Saúde: Pau dos FerrosPeríodo: 2005 Município Óbitos p/Residênc Fonte: MS/SVS/DASIS - Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIMConsulte o site da Secretaria Estadual de Saúde para mais informações. TOTAL 118 240940 Pau dos Ferros 118 População Residente - Rio Grande do NortePopulação Resident segundo MunicípioMunicípio: Pau dos FerrosPeríodo: 2005 Município População Resident Fontes:1980, 1991 e 2000: IBGE - Censos Demográficos1996: IBGE - Contagem Populacional1981-1990, 1992-1999, 2001-2006: IBGE - Estimativas preliminares para os anos intercensitários dos totais populacionais, estratificadas por idade e sexo pelo MS/SE/Datasus.2007-2008: IBGE - Estimativas elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) - População e Desenvolvimento. Coordenação de População e Indicadores Sociais.Veja a nota técnica para detalhes da metodologia.Consulte o site da Secretaria Estadual de Saúde para mais informações. TOTAL 27.223 240940 Pau dos Ferros 27.223 TAXA DE MORTALIDADE :(118/27.223) x 1000 = 4,3346




















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